- Para o 1.º ano desta disciplina elaborei um total de quatro enunciados, os quais somente se distinguem, quanto ao primeiro grupo, na peça gregoriana utilizada; quanto ao segundo grupo, relativamente à questão de resposta múltipla número dois; e, quanto ao terceiro grupo, em relação ao segundo extracto musical aí colocado (no entanto, ambas as variantes utilizadas se referem à mesma obra musical).
- Para o 2.º ano desta disciplina elaborei um total de dois enunciados, os quais se destinguem, quanto ao primeiro grupo, no excerto a ser harmonicamente analisado (no entanto, ambos estavam em Lá maior); quanto ao terceiro grupo, na questão número dois que é diferente; e, quanto ao quarto grupo, em todas as questões de resposta múltipla, à excepção das questões números quatro, sete e dez.
Material de apoio às disciplinas de Análise e Técnicas de Composição, e de Teoria e Análise Musical
Alguns apontamentos relativos às provas escritas de avaliação (Dez/09)
Prova escrita de avaliação do 1.º período (1.º ano)
Prova escrita de avaliação do 1.º período (2.º ano)
Normas de Contraponto Rigoroso
Apesar de a tradição escolástica de contraponto ter ainda hoje como base o tratado Gradus ad Parnassum de Johann Joseph Fux (1660 - 1741), a mesma pode ser vista como uma forma prática de introdução à escrita contrapontística e imitativa utilizada durante o Renascimento (sécs. XV e XVI). Assim, apesar de o trabalho a desenvolver neste domínio ser mais um meio do que um fim em si mesmo -- o qual irá antes privilegiar a escrita imitativa ao estilo do século XVI --, de seguida apresento uma súmula de normas a serem observadas na escrita do contraponto rigoroso por espécies. Esta súmula servirá de apoio às aulas que irão ser ministradas ao primeiro ano de Análise e Técnicas de Composição sobre esta matéria.

Toccata, Adagio e Fuga BWV 564
De seguida coloco não só a partitura completa desta obra, como também a análise da referida Toccata e Fuga, assim como de dois vídeos nos quais é possível ouvir integralmente a referida obra.


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Conductus Medieval
Conductus, em música medieval, é um tipo de composição vocal, sagrado mas não-litúrgico, para uma ou mais vozes. A palavra deriva do latim conducere (acompanhar). Era mais provavelmente cantado quando o leccionário era transportado do local onde era guardado até ao local onde era lido. O conductus foi um dos principais tipos de composição vocal do período da ars antiqua.
A forma é possivelmente originária do Sul de França, por volta de 1150, e chegou ao pico do seu desenvolvimento durante a actividade da Escola de Notre Dame no início do século XIII. A maioria das composições da grande colecção de manuscritos de meados do século XIII, da Catedral de Notre-Dame de Paris, eram para duas ou três vozes
Os conductus eram também únicos no repertório de Notre Dame, por admitirem melodias seculares como fontes do material, apesar de melodias sagradas também serem usadas de maneira comum. Os assuntos para as canções eram por exemplo as vidas dos santos e a natividade de Jesus, entre outros. Um significante e interessante repertório de conductus, no fim do período, consistia em canções críticas dos abusos do clero.
Quase todos os compositores de conductus eram anónimos. Alguns dos poemas, todos em latim, são atribuídos a poetas como Filipe, o Chanceler.
O estilo do conductus era normalmente rítmico, apropriado para música que acompanhava uma procissão, sendo quase sempre nota contra nota. Estilisticamente, era diferente da outra forma polifónica principal do período, o organum, no qual as vozes corriam a diferentes velocidades. No conductus, as vozes são cantadas juntas, num estilo conhecido como discant.
Exemplos de Conductus:
O organum medieval
A primeira referência conhecida a esta nova forma musical surge num tratado anónimo do século IX intitulado Musica enchiriadis, o qual tem sido tradicionalmente atribuído a Hucbald, apesar de tal atribuição poder ser incorrecta. Este novo género musical passa por diversas fases no seu desenvolvimento, desde as suas formas mais simples até à complexidade encontrada em autores da chamada Escola de Notre Dame -- nomeadamente com Leonin e Perotin --, sendo que, contudo, a sua origem poderá remontar a centenas de anos antes à escrita deste tratado, uma vez que este se refere a uma prática já existente no seu passado.
De seguida, podemos ouvir dois exemplos (excertos) de organum, o primeiro de Leonin e o segundo de Perotin:
Fuga BWV 578: Um exemplo do modelo escolástico


Canto Gregoriano: Recursos e Apontamentos

Podem-se ainda encontrar alguns outros recursos sobre esta temática na internet, como por exemplo aqui, onde se podem ouvir e ver alguns exemplos de Canto Gregoriano gravados ao vivo no Mosteiro de São Bento, São Paulo, Brasil.
«O ensino musical em Portugal»
Até á apparição de Schumann, Liszt, Wagner, os músicos eram de todos os artistas os menos instruídos. Choppin nunca lia, nem mesmo talvez os livros da sua amiga George Sand [...]; de Haydn diz-se que quando conversava com alguem nem parecia artista; Beethoven passou a edade viril n'um admiravel esforço de estudo para resarcir-se da deficiencia da instrução que recebera na mocidade, e recuperar o tempo dessa forma perdido; e ainda nos nossos dias Bruckner, o notavel sinfonista austriaco, não tinha o menor interesse pelas outras artes, sendo quasi levado á fôrça uma unica vez a um museu, uma outra a vêr o Othello n'um theatro (a tragedia, não a opera).
Ha infelizmente ainda bastante gente que não comprehende a profunda relação que existe entre a musica e as outras faces do nosso espirito, e quando uma creança mostra aptidão excepcional para a musica julgam sufficiente dar-lhe uma educação exclusivamente musical, descurando todos os outros conhecimentos: «quem se destina a ser musico, não precisa saber outra cousa». Já ouvi sustentar a seguinte these: «O artista tem que ser profundamente estupido».
[...]
Abrindo horizontes... «Nora, a gata pianista»
Dentro da arte contemporânea, quer na música, quer na pintura ou na escultura, quer no teatro, se procuraram constantemente novos caminhos, levando o conceito de «arte» a novos patamares. Mas estes, desafiando o status quo instituído, têm sido sistematicamente combatidos por visões mais conservadoras, que consideram tais manifestações artísticas como uma «não arte». Um dos casos mais emblemáticos deste processo, durante o século passado, foi a expressão arte degenerada utilizada pelo regime nazi para se referir à arte moderna da primeira metade do Século XX. Este conceito incluía toda a arte que não fosse figurativa, imitativa, realista ou tradicional, remetendo a mesma para a categoria de «não arte». A expressão arte degenerativa foi cunhada pelo ministro da propaganda de Hitler, Josef Goebbels, numa campanha de descrédito dos movimentos vanguardistas que à época despontavam por toda a Europa. Foi montada uma exposição com as obras consideradas «subversivas» e confiscadas de museus e de colecções particulares, visando ridicularizar a arte moderna e inculcar aos seus visitantes a repulsa por estas mesmas obras, consideradas inferiores e que «manchavam a genuína cultura alemã».
Mas, ao contrário do que eventualmente se possa pensar, esta atitude da Alemanha nazi, aqui retratada, não é exclusiva do nacional-socialismo. Antes, é recorrente na nossa sociedade, entre pessoas instruídas, mas cujo conceito de arte se reveste das formas mais tradicionais, deixando de fora realidades mais contemporâneas de expressão artística. Neste contexto, pode se referir o caso da música erudita contemporânea que, entre nós, tem muito pouco espaço nas salas de concerto, ou mesmo nos programas dos Conservatórios, onde tende ainda a desempenhar um papel bastante minoritário e secundário.
Marcação de Horários de ATC 2009/10
- Os horários dos alunos nesta disciplina devem ser marcados juntos do respectivo professor impreterivelmente até ao próximo dia 9 de Outubro, sob pena de poderem vir a ter a sua matrícula anulada;
- As marcações para o Prof. Eurico Carrapatoso devem ser efectuadas junto do Prof. Eli Camargo Jr. de 2.ª a 5.ª feira, entre as 10h15 e as 15h55;
- Os alunos do 3.º ano, Turma A, do regime integrado, devem com urgência procurar o Prof. Eli Camargo Jr. na próxima 5.ª feira, dia 1 de Outubro.
A História como processo de continuidades e rupturas
Acontece que, face aos actuais modelos (paradigmas) em que a abordagem científica da História se enquadra, tal noção é incompleta, assemelhando-se muito mais ao trabalho de um jornalista (só que relativamente a um passado mais distante) do que ao de um historiador. É que hoje, às questões «quando» e «o que» aconteceu, entende-se como imprescindível a resposta às questões «como» e «porque» aconteceu, introduzindo-se assim uma dimensão explicativa dos acontecimentos do passados. As razões para esta mudança situam-se ao nível da tomada de consciência de que todo o conhecimento Humano é subjectivo, sendo que o facto histórico é moldado pelas diversas subjectividades que o intermediam até o mesmo chegar ao nosso conhecimento de hoje.
O texto a seguir colocado aborda esta problemática, procurando estabelecer uma ponte entre as noções contemporâneas de Jornalismo e História, passando por uma muito breve descrição dos principais paradigmas históricos no Século XX, concretizando as ideias aí referidas em dois casos concretos: «o caso do Conservatório Nacional» e «a década de 1990 vista pela revista Visão». Espero que apreciem a leitura do mesmo, podendo me ser colocadas quaisquer questões que considerem pertinentes sobre o texto.

Programa e Planificação Geral (2009/10)
1.º ano de ATC

2.º ano de ATC

Horários da disciplina de ATC (ano lectivo de 2009/10)
Os horários a seguir apresentados correspondem à totalidade de turmas da disciplina de Análise e Técnicas de Composição, previstas para o corrente ano lectivo de 2009/10. Os alunos do regime supletivo e do regime articulado deverão contactar o professor da turma que pretendam frequentar, no horário do mesmo, a partir da próxima segunda-feira, dia 21 de Setembro. Cada professor só fará a marcação dos alunos que venham frequentar as suas turmas.
Turma | Dias | Horas | Professor | Observações |
1.º A | 3ª | 08.30 – 11.00 | Carlos Gomes |
|
1.º B | 3ª | 08.30 – 10.00 11.00 – 11.45 | Eurico Carrapatoso |
|
1.º C | 3ª | 12.35 – 14.55 | Carlos Gomes |
|
1.º D | 6ª | 13.25 – 15.55 | Carlos Gomes |
|
1.º E | 4ª | 08.30 – 10.00 11.00 – 11.45 | Eurico Carrapatoso |
|
1.º F | 6ª | 16.50 – 19.15 | Carlos Gomes | 10º Integrado |
1.º G | 5ª | 08.30 – 11.00 | Eurico Carrapatoso |
|
1.º H | 5ª | 12.35 – 14.55 | Carlos Gomes |
|
1.º I | 4ª | 12.35 – 14.55 | Carlos Gomes |
|
Turma | Dias | Horas | Professor | Observações |
2.º A | 2ª | 14.10 – 16.40 | Daniel Schvetz |
|
2.º B | 4ª | 15.10 – 17.35 | Daniel Schvetz |
|
2.º C | 5ª | 15.10 – 17.35 | Daniel Schvetz |
|
2.º D | 5ª e 6ª | 5ª 11.00 – 12.35 6ª 08.30 – 09.15 | Eurico Carrapatoso |
|
2.º E | 4ª | 08.30 – 11.00 | Carlos Gomes | 11º Integrado |
Turma | Dias | Horas | Professor | Observações |
3.º A | 6ª | 09.15 – 11.45 | Eurico Carrapatoso | 12º Integrado |
3.º B | 2ª | 10.15 – 12.35 | Eli Camargo Jr |
|
3.º C | 4ª | 11.00 – 13.20 | Eli Camargo Jr |
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3.º D | 6ª | 10.15 – 12.35 | Eli Camargo Jr |
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3.º E | 3ª | 14.10 – 16.40 | Daniel Schvetz |
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3.º F | 3ª | 10.15 – 12.35 | Eli Camargo Jr |
|
Início do ano lectivo de 2009/10
Um até breve.
Elementos analíticos sobre o ano lectivo de 2008/09
- Total de turmas leccionadas: 7 (quatro do 1.º ano e três do 2.º ano);
- Total de alunos inscritos no início do ano lectivo: 28 (dezasseis do 1.º ano e doze do 2.º ano);
- Total de alunos com aproveitamento no 3.º período: 21 (onze do 1.º ano e dez do 2.º ano);
- Taxa global de aprovação: 75% (69% no 1.º ano e 83% no 2.º ano);
- Reprovações por anulação de matrícula: 5 (quatro no 1.º ano e uma no 2.º ano);
- Reprovações por excesso de faltas (todas ocorridas durante o 1.º período): 2 (uma no 1.º ano e outra no 2.º ano).
- 1.º ano
1.º Teste/1.º Período: 0,98 (97%);
2.º Teste/2.º Período: 0,96 (92%);
3.º Teste/3.º Período: 0,90 (81%);
Média dos Três Testes/3.º Período: 0,97 (93%).
- 2.º ano
1.º Teste/1.º Período: 0,99 (98%);
2.º Teste/2.º Período: 0,97 (94%);
3.º Teste/3.º Período: 0,93 (86%);
Média dos Três Testes/3.º Período: 0,99 (98%).
Conclusões finais:
- Todas as reprovações acima consideradas se deveram exclusivamente a desistência de frequência da disciplina por parte dos alunos.
- Alguns alunos, ao desistirem da frequência desta disciplina, optam por deixar de a frequentar sem anularem a respectiva matrícula, sendo esta a razão para a ocorrência de duas reprovações por excesso de faltas no 1.º período.
- As classificações dadas no final de cada período acompanham de perto os elementos escritos de registo de avaliação utilizados.
Correcção da Prova de Avaliação (2.º ano)
Lá m: ia Vb ia ia | [Lá m/Dó M] ia/via Va Ia Ia | [Dó M/Lá m] Ia/IIIa ia {IVb7 + Vb7FO} ia | iib7 Va Ia _ | [Lá m/Ré m] Ia/Va Vb/a ia ↓VIa | iib/a Va Ia [Ré m/Dó M] Ia/IIa | Va Vb/a Ia via | iib/a7 Va Ia [Dó M/Lá m] Ia/IIIa | ↓VIa iva Vb ia | IIb7 Va Ia _ ||
Fá M: Ia | Ia Vc7FO Ib Ia | IVa Va Ia Ia | via IVa Ib via7 | Vc7FO Ib [Fá M/Ré m] Va/↓VIIa Vb | ia [Ré m/Fá M] ib/a/vib/a iia via | iib Va Ia :| Ia | [Fá M/Sol m] Vc7FO/via iic7 IIIb IIb9FO | Va Va7 [Sol m/Fá M] ia/iia Ib | IVa Va via Ia | Va _ Ia ||
- As análises harmónicas aqui apresentadas possuem algumas alternativas pontuais que terão de se considerar também correctas, como é o caso, por exemplo do que acontece no terceiro tempo do terceiro compasso do Coral apresentado no enunciado B, onde se pode analisar quer um acorde de tónica na primeira inversão -- em que o sol na voz de contralto funciona como um retardo que substitui a fundamental deste acorde --, quer um acorde de mediante de sétima no estado fundamental.
- Dada a complexidade de alguns acordes, a análise acima apresentada nem sempre reflecte da forma mais adequada todas as características intervalares de alguns acordes mais complexos, com especial enfase para os acordes com quinta diminuta ou aumentada.
- A secção referida é a exposição da fuga.
- A secção referida é a primeira reexposição da fuga.
- A secção referida é o primeiro episódio da fuga.
- As tonalidades referidas são as seguintes: (a) Sol m; (b) Dó m; (c) Mib M; e (d) Fá m.
- Trata-se de uma fuga para órgão de Johann Pachelbel.
- (b)
- (d)
- (c)
- (a)
- (d)
- (b)
- (d)
- (d)
- (a)
- (b)
- (a)
- (d)
- (d)
- (b)
- (a)
- (c)
- (c)
- (c)
- (c)
- (b)
- (b)
- (a)
- (c)
- (a)
- (d)
- (c)
- (d)
- (a)
- (d)
- (d)
- (a)
- (c)
- (a)
- (d)
- (d)
- (b)
- (a)
- (c)
- (c)
- (c)
- (c)
- (b)
- (b)
- (a)
Correcção da Prova de Avaliação (1.º ano)
1 a 19 a O magnum mysterium, et admirabile sacramentum Sol [Polifonia Imitativa]
19 a 28 b ut animalia viderent Dominum natum Sol [Homofonia]
28 a 39 c iacentem in praesepio Sol [Polifonia Imitativa]
40 a 48 d1 O beata Virgo, cuius viscera meruerunt Si b [Homofonia]
48 a 53 d2 portare Dominum Iesum Christum Sol [Polifonia Livre]
53 a 67 e1 Alleluia Sol [Homofonia]
67 a 74 e2 Alleluia Sol [Polifonia Imitativa]
2. A secção referida é uma secção composta.
3. O ½ tactus corresponde à semínima.
3. A obra em referência é o motete O Magnum Mysterium de Tomás Luís de Victoria.
Quanto à prova do enunciado B, temos relativamente a este primeiro grupo de questões a seguinte resolução:
1. A estrutura formal da obra em anexo é a seguinte:
1 a 15 A
1 a 6 a Tu es Petrus, et super hanc petram Sol [Homofonia]
7 a 12 a Tu es Petrus, et super hanc petram Sol [Homofonia]
12 a 15 a' et super hanc petram Sol [Homofonia]
15 a 32 B
15 a 20 b aedificabo ecclesiam meam Dó [Homofonia]32 a 40 C
20 a 24 b aedificabo ecclesiam meam Dó [Homofonia]
24 a 32 b' aedificabo ecclesiam meam Dó [Polifonia livre]
32 a 40 c et portae inferi Dó [Polifonia imitativa]
40 a 51 D
40 e 41 d non praevalebunt Dó [Homofonia]51 a 84 E
41 a 43 d non praevalebunt Dó [Homofonia]
43 a 47 d' non praevalebunt adversus eam Dó [Homofonia]
47 a 51 d' non praevalebunt adversus eam Dó [Homofonia]
51 a 53 e et tibi dabo Dó [Polifonia imitativa]
53 a 55 e et tibi dabo Sol [Polifonia imitativa]
55 a 59 f claves regni caelorum Sol [Homofonia]
59 a 62 f claves regni caelorum Sol [Homofonia]
62 a 71 e'' et tibi dabo Dó [Polifonia imitativa]
71 a 74 f claves regni caelorum Dó [Homofonia]
74 a 78 f' claves regni caelorum Sol [Homofonia]
78 a 84 f claves regni caelorum Sol [Homofonia]
2. A secção referida é um contraponto duplo.
3. O ½ tactus corresponde à semínima.
3. A obra em referência é o motete Tu es Petrus de Giovanni Pierluigi da Palestrina.
[2] As respostas correctas, em ambos os enunciados A e B, são as seguintes:
- (c)
- (b)
- (d)
- (a)
- (d)
- (d)
- (a)
- (c)
- (d)
- (d)
- (a)
- (c)
- (d)
- (b)
- (a)
- (c)
- (a)
- (d)
- (c)
- (a)
- (b)
- (c)
- (b)
- (b)
- (c)
- (b)
Enunciado das Provas de Avaliação (3.º Período)
2.º ano
Apontadores de recursos para temáticas abordadas nas aulas de ATC
Preparação para a Prova Global do 2.º ano
- Bochmann, C. (2003). A linguagem harmónica do tonalismo. Lisboa: Juventude Musical Portuguesa.
- Formas Musicais no Classicismo.
P.S.: As questões de resposta objectiva serão cotadas de acordo com a seguinte fórmula: P = A - ( E / ( n - 1 ) ), onde P é a pontuação; A o número de respostas correctas; E o número de respostas erradas; e n o número de alternativas de resposta apresentadas. Para saber mais sobre provas objectivas poderá consultar: Zabalza, M. (1997). Planificação e Desenvolvimento Curricular na Escola. Rio Tinto: Edições ASA, pp. 248-50.
Preparação para a Prova Global do 1.º ano
O segundo grupo será mais geral e abrangerá toda a matéria do ano. Este será constituído por perto de três dezenas de questões de resposta objectiva (escolha múltipla). Assim, para além de rever as diversas obras analisadas ao longo deste ano -- como, por exemplo, o motete Garrit Gallus/In nova fert/Neuma de Philippe de Vitry, ou a Missa de Notre Dame de Guillaume de Machaut --, é muito importante a leitura, compreensão e assimilação dos seguintes textos constantes deste blog:
Agnus Dei I da Missa Papae Marcelli de Palestrina

Exemplos de uso de técnica imitativa a duas vozes no século XVI
[1] De Orlande de Lassus (1530/2 - 1594)

[2] De Tomás Luis de Victoria (1548 - 1611)

Correcção da Prova de Aferição realizada no dia 18/04/2009 (2.º ano)


- (c)
- (b)
- (a)
- (d)
- (a)
- (a)
- (c)
- (a)
- (a)
- (d)
Exemplo de Técnica de Paráfrase a Três Vozes

Construí os seguintes motivos rítmico-melódicos que serviram de base para tecer toda a estrutura musical.
- Secção A [Soprano e Baixo]

- Secção A [Tenor]

- Secção B [Soprano, Tenor e Baixo]

- Secção C [Soprano e Baixo]

- Secção C [Tenor]

- Secção D [Soprano, Tenor e Baixo]

Cada uma das quatro secções construídas usa um único motivo -- em duas delas, com pequenas alterações numa das vozes com vista a facilitar o seu encaixamento na estrutura harmonia utilizada --, recorrendo exclusivamente a uma técnica de carácter imitativo. Desta forma, com base neste material, construí o seguinte Ave Maris Stella:

Observe com atenção o exemplo acima apresentado, tentando compreender os diversos aspectos técnicos possíveis de observar na escrita deste pequeno trecho a três vozes. Repare que o ritmo utilizado, em cada uma das três vozes, é na realidade de quinta espécie.